Leandra Leal precisou fazer aulas de canto, dança, violão e culinária para novela

Vazou na Internet

Quem diria... O furacão Sandy

Divulgação Playboy
Por: Valéria Souza
09/08/11 00:19
atualizado em 09/08/2011 12:04

Mais detalhes picantes sobre suposta entrevista de Sandy para a Playboy

Vazou na Internet ontem a suposta entrevista polêmica de Sandy para a Playboy. Abaixo, alguns tópicos das revelações picantes da cantora, como o trecho inteiro em que ela diz que é possível ter prazer no sexo anal. E mais, muito mais. Sandy teria contado que tem vontade de ir a clube de suingue, que vai a sex shop, falado que masturbação tem valor e que já teria assistido a pornô. É a Sandy como nunca se viu antes.

SEXO ANAL: “Então... Não tem como não responder isso sem entrar numa questão pessoal. Falando de uma forma geral, eu acho que é possível ter prazer anal, sim, porque é fisiológico. Não é todo mundo. Deve ser a minoria que gosta. Não vou dizer se faço.”

SANDY ESTÁ NA MINORIA? “Não vou dizer. Essa é uma pergunta que me faria pôr em prática minhas aulas de boxe (risos).”

CLUBE DE SUINGUE: “Já tive vontade de ver. Confesso que até agora só não fui fora do Brasil porque tenho medo de encontrar brasileiros e eles saírem falando. Acho que eu não participaria. Principalmente pelo ciúme de ver meu marido (o músico Lucas Lima) com alguém.”

STRIPTEASE: “Eu sou boa em striptease. ‘Whatever Lola wants’, de Ella Fitzgerald, é uma música perfeita para isso.”

ELA ASSISTE A PORNÔ: “Já vi. Tem momentos em que é bem adequado. Acho que os filmes pornográficos poderiam ter menos historinha e ir direto ao assunto.”

MASTURBAÇÃO: “É completamente válido. Temos de conhecer o nosso corpo antes de querer que os nossos parceiros conheçam!”

SEX SHOP: “Já fui em sex shop. Acho legal ir. De vez em quando dá curiosidade. Já comprei algumas coisinhas. Mas não vou dizer o quê.”

LINGERIE: “Tenho tudo quanto é lingerie que vocês podem pensar. Compro mais quando estou viajando, porque tenho tempo e mais privacidade.”

BEBEDEIRA: “Já fiquei (bêbada) e não gostei. Não gosto de perder o controle. Era um Réveillon. Tomei champanhe, um pouco de vinho, depois fizemos brincadeiras daquelas de trava-língua na qual quem erra tem de beber um shot de caipirinha. Terminei a noite abraçada com o vaso sanitário.”

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